segunda-feira, 14 de março de 2011

Liberte sua criatividade


O post de hoje é muito pessoal, vou escrever sobre um ponto de vista particular que inclui minha filosofia de vida, mas, ainda sim, utilizarei dados concretos para defender o que direi.

A primeira tese que defenderei é de que as pessoas felizes são mais criativas, e isso inclusive, eu já havia dito, essa questão foi também defendida pelo psicólogo Martin Seligman, professor da Universidade da Pensilvânia, ele afirmou que “Os felizes são mais queridos pelos outros e tendem a ser mais tolerantes e criativos”.

A minha segundo tese é que para criatividade e felicidade não existem receitas e fórmulas prontas, elas são inerentes a sua visão de vida.

Então, como ser feliz e criativo? Simples. Mude sua atitude e viva, simplesmente viva.

Viver é de fato uma arte e para se viver é necessário se libertar, deixar que suas vontades sejam alforriadas, jogar a vergonha fora, os preconceitos no lixo e ter a coragem para assumir seus atos sem medo é fundamental. Chaplin em um de seus poemas, acho que um dos mais conhecidos, narrava que a vida é uma peça de teatro que não permite ensaios e por isso devemos cantar, chorar, dançar, rir e viver intensamente, antes que a vida feche a cortina e a peça termine sem aplausos. Então, viva descompromissadamente dando importância ao que ama e aos que ama.

A minha terceira tese é valorizar pequenos detalhes, eles são pequenos, mas, juntos se tornam gigantes diferenciais para a felicidade e criatividade. Carlos Alberto Júlio, presidente da Tecnisa, criou a teoria da MPC (monte de pequenas coisas), de acordo com ele à empresa se diferencia por uma série de pequenas atitudes. Lendo isso pensei em quais atitudes mínimas posso criar na minha vida e que me farão melhor, contribuirão para a melhoria do mundo e proporcionará a felicidade e criatividade. Enumerei 10 atitudes que compartilharei com vocês:

1. Seja grato. A gratidão é uma das mais belas virtudes do ser humano, dizer obrigado é tão simples de dizer e tão agradável de se escutar.

2. Faça brigadeiro de panela. Quando não tiver nada para fazer em casa, invente algo prazeroso, um brigadeiro de panela sempre é uma boa pedida.

3. Vire criança. Sente-se no chão com uma criança, brinque de massinha, mele-se de tinta, corra, brigue de travesseiro com alguém e faça cosquinhas. Em algumas agências de publicidade as reuniões de braistorms são totalmente informais e descontraídas, isso ajuda a mente a se libertar.

4. Ligue para seus amigos. Eu sempre me sinto melhor depois de receber a ligação, se sentir lembrado é motivador.

5. Cante no carro. O mau humor no transito será expurgado com sua alegria e detalhe, quando chegar ao serviço, você chegará inspirado.

6. Conheça novos lugares. Não precisa viajar para isso, basta mudar a rota de seu trajeto para casa, nossa visão se vicia com o cotidiano, mudar nos ajuda a ver as coisas, pessoas e locais de outra maneira. Isso pode proporcionar insigths.

7. Amigos nunca são demais. Chame como quiser chamar, amigos ou colegas, mas, conheça pessoas novas, novidades nos movem. Add novas pessoas no facebook, siga pessoas engraçadas no twitter, puxe conversa na fila do banco, troque contatos em palestras. Aumente sua rede.

8. Improvise. Eu particularmente adoro os programas improvisados, vamos e convenhamos, eles são mais gostosos, o descompromisso é saboroso. Ir ao cinema com amigos decidido de ultima hora, parar na praia para ver o por do sol, visitar a prima e levar um potão de sorvete só pra jogar conversa fora. Existe algo mais inspirador? A mente guarda os bons momentos, uma hora ou outra ela libera isso em forma de ideia.

9. Leia mais poemas. Os poemas articulam palavras de modo diferente, além de aumentar seu vocabulário, eles nos levam a reflexão e imersão.

10. Seja o DJ da sua vida. Crie seu repertório, ouça de tudo, as musicas inspiram e isso é fato.

Essas são apenas algumas atitudes inspiradoras, você deve ter as suas, então, agora é com você, comigo e com o mundo.

Inspiremo-nos todos os dias, cada um do seu jeito, o importante é ser feliz.

sábado, 5 de março de 2011

A Classe C pode


Alguém tem duvida que a classe C agora pode muita coisas? Pois é, quem ainda tem se conscientize de que este grupo não somente pode, como também, poderá mais. A Brand Touch realizou uma pesquisa para identificar a conexão da classe C com as marcas e apontou que eles vivem um momento de encantamento com a possibilidade de realizarem sonhos antigos de consumo.

O estudo revelou que a principio os consumidores C possuem boa impressão das marcas, contudo, quando questionados indiretamente demonstram insegurança a cerca de algumas, principalmente no que se refere ao atendimento. As marcas que geram mais inseguranças aos consumidores são as de telefonia e planos de saúde.

Por outro lado o estudo revelou também que o índice de conexão humana de marcas como O Boticário, Tam, Gol e Natura estão em alta por se dedicarem a entender as aspirações do ser humano (entenda-se, consumidores).

O ICHM tem muito a ver com o aspiracional, o que é importante e objeto de desejo para estes consumidores, o componente psicológico que influencia o comportamento. Para calcular o ICHM considera-se 34 pontos de conexão como emoção, sentidos, portas de acesso, presente e futuro, admiração, benefícios e atributos, dinâmica de vida, entre outros.

Daí a importância de se pautar os desejos dos consumidores na hora de se construir marcas e produtos. E ai? Como está o índice de conexão humana com da sua marca?

quinta-feira, 3 de março de 2011

Quem é o dono da ideia?

Vou falar aqui sobre a realidade local das instituições de ensino superior que possuem o curso de Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda.

Temos hoje nas principais faculdades com o curso, excelentes professores, alguns atuantes no mercado e com um know how muito bom, contudo, não podemos negar também que existem docentes que são procedentes de outras áreas e não possuem a menor noção de como funciona uma agência de publicidade ou um departamento de marketing. Entendam, não estou dizendo que eles são despreparados para lecionar sua disciplina, mas sim, que não conhecem o processo de comunicação.

Estou falando isso para esclarecer uma duvida que alguns alunos tem, e pasme alguns professores de publicidade também (neste caso vale salientar que são justamente aqueles que nunca pisaram numa agência ou DP de Marketing).

A duvida a ser esclarecida é a seguinte: um grupo de alunos realizou um trabalho de criação. De quem é a ideia?

De quem fez a arte ou de quem fez o texto? De quem deu o direcionamento e conceito criativo? De quem elaborou o plano de mídia?

A resposta é bem simples, a peça é de todos! A ideia é do grupo, fruto da junção de insights coletivos. Não existe essa de que quem fez o texto é o dono ou quem fez a arte assina só. Negativo! Não funciona assim. Por exemplo, se fosse em uma agência, a peça poderia ser utilizada num portfólio do Diretor de arte ou do Diretor de Criação, ou ainda do Redator.

O trabalho coletivo pertence à agência, no caso de uma sala de aula, ao grupo. A ideia não tem dono e principalmente não obedece a hierarquias.

A criatividade é dinâmica, sempre foi e sempre será.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Rapidinhas do mercado


A publicitária Camila Chaves é a mais nova mídia da Agência Fabrika Comunicação.

Com experiência nas áreas de produção e mídia ela assume esta semana o departamento da agência. Camila já passou pela Gajo Soluções Criativas e recentemente integrou o time da Phocus Propaganda, sendo responsável por promoções de diversos clientes com ações de bellow the line.

Boa sorte nesta nova fase.