segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Qual a história da sua marca?

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Era uma vez...

Certa vez numa entrevista concedida por Washington Olliveto ele dizia que propaganda é como namoro, tem que chegar de mansinho e seduzir.

O que Olivetto quis dizer é que propaganda tem de ter relevância, não pode simplesmente invadir a TV de nossas salas e nos bombardear com uma informação qualquer. A marca tem que contar uma história, tem que nos seduzir, emocionar e transportar os telespectadores para uma dimensão que está além.

Cada vez mais a forma como se faz propaganda irá mudar e a marca seja ela de qual seguimento for, publica ou privada, se não mudar, vai parar no tempo. Um exemplo recente que vale uma nota 10 é a da Caixa Econômica Federal, que aplicou muito bem este conceito e particularmente, conseguiu me envolver e transportar-me para aquela dimensão.

Então, fica a dica, propaganda tem de ser emocional, relevante, envolvente e marcante.

Assistam ao filme, vale a pena!


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Quem planta, colhe


Todo mundo conhece esse ditado: quem planta colhe. Esse bordão vem sendo muito utilizado pelos estrategistas de marketing, se trata da ferramenta “grassroots marketing”.

Vamos por parte:

1º - Grassroots significa literalmente “raiz da grama”

2º Grassroots Marketing significa ir direto ao grupo que se deseja atingir.

Então vamos continuar a conversa...

Esta expressão teve origem com os políticos americanos, quando estes, através de seus cabos-eleitorais mobilizavam a população por meio dos comitês com o objetivo de angariar novos votos e principalmente novos defensores das ideias daquele político. Surge então, a ferramenta que tem como objetivo “plantar” uma ideia que seja defendida de forma espontânea e sem custos á marca. O Grassroots Marketing é, portanto, um instrumento que leva as pessoas a se tornarem evangelizadores da marca, ou seja, mais do que fãs elas defendem e propagam sem esperar retorno algum, somente pelo simples fato de acreditarem fielmente num determinado conceito.

E como usar essa ferramenta? Essas ações surgem de maneira intimista, nada de massa; deve-se trabalhar com pequenas platéias, porta-a-porta e reuniões isoladas, de maneira a conquistar a confiança dos futuros evangelizadores.

Plante no local certo e colha resultados!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Eu indico, tu indicas, ele indica

Seu cliente anda conjugando o verbo indicar? Se a resposta for sim, parabéns. Se a resposta for não, cuidado.

É fato que o investimento feito para captação de novos clientes é muito maior do que o feito para manter um cliente já satisfeito, alguns especialistas dizem que pode ser até 10 vezes maior.

Então diga ai, o que sua marca tem feito para que seja indicada? Vou dá algumas dicas.

É importante que o seu cliente sinta-se motivado para realizar a indicação. Isso pode ocorrer com uma campanha de incentivo, por exemplo, contudo, não basta, aliais, diria que isso é um tanto quando efêmero. O que deve de fato ser feito é envolver este consumidor, tratando-o como se ele fosse o primeiro e ultimo a ser atendido.

Ele precisa sentir-se importante e único. Encante o cliente e o surpreenda. Como você vai fazer isso? Observando o que ele diz, como se comporta, no que dá valor e o que não gosta (isso é fundamental também).

Vou ser mais especifico dando inclusive um exemplo que ocorreu em uma das lojas do nosso grupo: certa vez, um casal acompanhado de seu filho foi realizar a pesquisa de um automóvel e durante toda a compra eles sempre pediam a opinião do filho, este deveria ter aproximadamente seus oito anos. A vendedora muito atenta a ação da família prossegui com todo o processo da venda da maneira mais correta, porém, no dia da entrega, ela encheu o veículo com bolas de plásticos. Bingo! Como já era de se esperar, o casal levou a criança e quando o pequenino abriu a porta ficou eufórico e entusiasmadíssimo. (não precisa dizer que os pais também adoraram)

Agora eu lhe pergunto: - será que essa família irá esquecer este momento?

Eu mesmo vou responder: - obviamente que não. O momento se tornou mágico, foi surpreendente e encantador.

A probabilidade de o casal citado indicar esta vendedora ou a loja á um amigo é de 100% e o investimento com propaganda (que é muito alto) vai automaticamente diminuir.

O “encantar” está nos detalhes, não precisa formula nem shows pirotécnicos, basta observar e ter uma atitude de bom tom e que seu cliente não espera.

Depois disso, seu cliente vai trazer um amigo e gerar uma nova venda, ai é só repetir com ele todos os passos novamente e pronto, o ciclo do indicar está criado.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Caçador de tendências

Já pensou em um emprego onde se ganha muito para passar o dia observando o movimento?

Ele existe. Passar o dia todo observando como as pessoas se comportam, o que falam e o que pensam. É isso que faz um Cool Hunter.

Traduzindo ao pé da letra o termo significa “caçar com calma”.

Este profissional necessita ser muito inteligente e sensível, sua principal função é infiltrar-se em bares, festas, clubes e locais onde o público desejado esteja e descobrir os anseios destes. O Cool Hunter detecta as tendências para os próximos anos, mas não de maneira arbitrária, é necessário pesquisar na raiz, identificando o que atrai o target.

Este profissional deve principalmente ser bem informado, atento e curioso, sendo capaz de raciocinar de forma não linear e com base em informações desestruturadas, ou seja, juntando um grande quebra cabeça, que são as informações da qual ele será bombardeado. Pronto. Ai surge uma tendência e cria-se um novo produto ou serviço.

E ai? Tem este perfil? Se habilite a ser um Cool Hunter?

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Diversidade. 15% do mercado é composto por gays.


15% do mercado brasileiro é gay. Esse dado foi divulgado pela Market Analysis, que objetivou identificar a fatia do mercado composta por este público, e se as marcas estão sendo simpáticas com os mesmos.

A pesquisa realizada nas praças de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia e Brasília apontou que os públicos em geral, tanto heterossexuais quanto homossexuais consideram importante a valorização destes consumidores. Segundo a pesquisa é importante que as empresas cada vez mais direcionem atenção ao target gay, exercendo uma posição afirmativa e compreendendo a potencialidade da sua compra. Também se levou em consideração a não esteriotipação da propaganda direcionada ao seguimento, evitando exageros.

Entre as marcas mais lembradas a C&A ficou em primeiro lugar com aproximadamente 13%, por ter uma linha de roupas não rotulada a públicos, porém consumida por todos (heteros e homos). Em segundo lugar ficou a telefônica Oi, com 5%, seguida da Riachuelo, com 3% e Johnson e Johnson com 2%.

Fica a dica então as marcas, perceber a importância de todos os seus públicos. Afinal como já disse, o mundo é plural.