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sexta-feira, 5 de junho de 2015

A relação entre amor, respeito e marca – “o segredo” das lovemarks.

Toda marca precisa considerar que está inserida em um mercado caótico, com excessos de informações e produtos similares. Para o cliente é cada vez mais difícil escolher qual produto levar – todos estão muito iguais. E como se diferenciar neste cenário? Imprimindo amor e respeito nas relações.

Ter um bom produto não é diferencial competitivo, é condição básica para entrar no mercado. O que de fato fará a diferença é como aquela marca agrega valor e é percebida pelo cliente.

O trabalho de qualquer empresa em um mundo com excessos de informações é disputar a atenção do cliente, e uma vez capturada, ela precisa mostrar que a merece. Quantas vezes nos sentimos atraídos por uma marca e depois que compramos, temos o sentimento de que o vendedor (ou empresa) só estava interessados em nosso dinheiro? Essa é uma das piores emoções que uma marca pode despertar no seu cliente.

Kevin Robert, CEO da Agência Saatchi & Saatchi, em seu livro Lovemarks - O Futuro Além das Marcas, afirma que “respeito é amor em traje informal”. Para melhor entender, reproduzo aqui um plano cartesiano que demonstra em qual posição sua marca pode se encontrar neste mercado.



Se você demonstra pouco amor e pouco respeito pelo seu consumidor, você está na posição de commodite, ou seja, é uma marca de baixo valor agregado, sem nenhuma diferenciação.  Acontece em geral quando você não foca na satisfação do cliente, está muito mais preocupado com números de vendas do que com a experiência de compra.

Se você demonstra pouco amor e muito respeito pelo seu consumidor, você está na posição de marca. Grande parte do mercado demonstra respeito ao consumidor , assegurando os seus direitos, aplicando pesquisas de satisfação, cumprindo o que promete... mas sem nenhum interesse nos sentimentos, sonhos, medos e anseios desse cliente.

Se você demonstra muito amor e pouco respeito pelo seu consumidor, você está em desequilíbrio, neste caso, dizemos que a marca está agindo com puro modismo. Não adianta dizer que ama, aplicar uma pesquisa de satisfação, por exemplo, identificar um possível erro, e não corrigir.

QUAL O IDEAL?

Para se destacar deste mercado caótico, conseguir relevância, criar relacionamentos duradouros e fortalece-los continuamente, é necessário agir e demonstrar muito amor e muito respeito pelo consumidor, ai sim, você se torna uma lovemarks.

Uma lovemarks está sempre atenta aos movimentos da freguesia, identificando e atendendo suas necessidades, monitorando seus medos e massageando suas almas.

Outro ponto fundamental é que apaixonar-se por alguém tem a ver com sentir-se valorizado, com perceber que o outro está preocupado e querendo o melhor para nós. Pouquíssimas marcas demonstram isso nas suas relações.

Deixo aqui um questionamento: - sua marca está em qual nível de marca? Como está sua relação com a clientela?

Pense nisso e sucesso!


@coelhofernando

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Sua marca é autêntica?


Hoje quero falar sobre autenticidade, mas antes, vou lhe perguntar: - a marca que você gerencia ou presta serviços, é autêntica?

Segundo dicionário da língua portuguesa, a palavra autenticidade se traduz como “natureza daquilo que é real ou verdadeiro”.

Agora, vamos refletir juntos. Quantas vezes prometemos entregar algo e não o fazemos? Gosto sempre de citar em sala de aula que existem basicamente três níveis de satisfação do consumidor: satisfeito, insatisfeito e encantado. Cada um destes níveis depende da verdade da marca, ou seja, autenticidade que ela age.

Uma empresa que projeta uma aura de autenticidade é aquela percebida pelos consumidores como verdadeira e sincera – o posicionamento da sua marca será formado também com base no nível de autenticidade. Na era digital a autenticidade torna-se mais crucial ainda, pois é fato que os consumidores utilizam as ferramentas midiáticas para socializar sua visão quanto às marcas que consomem.

Ser autêntico é cada vez mais importante à medida que os consumidores se tornam cético e desacreditado em relação a publicidade e ações de marketing. Segundo o escritor Pete Blackshaw, estamos entrando em uma nova era do marketing, na qual os consumidores avaliam as marcas com base num conjunto de critérios muito mais rigorosos, colocando na mesa seus próprios valores – ou até mesmo as causas que defendem.

Se você planeja que sua marca seja bem posicionada e reconhecida como uma marca autêntica, é fundamental pensar em três pontos:

     I.        Quais os valores da minha marca?
   II.        Minha marca é verdadeira e cumpre o que promete?
 III.        Minha marca possui uma causa instigante e focada na melhoria do mundo? (isso também é dever das marcas)

Pense nisso e sucesso!

@coelhofernando


segunda-feira, 17 de março de 2014

Você está extraindo o melhor da sua equipe?

Metas, resultados, foco, números... Quem trabalha ou trabalhou com varejo conhece bem esse vocabulário. O grande problema, na maioria das vezes, é que os lideres do varejo não possuem o preparo adequado para envolver suas equipes e extrair o melhor de cada membro.
Nizan Guanaes, conhecido publicitário brasileiro, tem uma frase que diz o seguinte: “tudo o que fica pronto na vida foi construído antes na alma.”. A partir desta frase podemos levantar as seguintes reflexões:
1.    Os gestores (ou lideres) do varejo estão envolvendo suas equipes em um propósito maior?
2.    As equipes entendem qual a missão das marcas para que trabalham?
3.    Os gestores ensinam suas equipes a vender não apenas um produto, mas o significado que aquele produto possuirá na vida do shoppers?
Percebemos que muitos vendedores (a maioria, inclusive) estão ali de passagem, não foram encantados pelo gestor, e ai, não tem como encantar os clientes. Essa é a realidade! Faça o teste, chegue a uma loja qualquer e sinta a emoção (ou falta de emoção) no atendimento dos vendedores, 90% da linha de frente do varejo chega ao trabalho já pensando na hora de sair. O resultado é lastimável: um péssimo atendimento.
Pela minha experiência no varejo, posso afirmar uma coisa, a equipe de atendimento e vendas é um reflexo do seu gestor. Equipes extraordinárias possuem gestores igualmente extraordinários, gestores que pensam no cliente e nas suas necessidades; gestores que acreditam nas pessoas e na importância que cada um tem (seja colaborador ou cliente).
Algo tenho certeza em minha vida, somos todos extraordinários e tudo o que precisamos é aprender a manifestar essa qualidade no mundo. É papel do líder corroborar com essa manifestação.
@coelhofernando
Publicitário e Professor Universitário, Pós-graduando MBA em Marketing, Especialista em Administração Estratégica.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Sua marca é amada pela classe média?

É sabido por qualquer profissional de marketing que a Classe C está em pleno crescimento, cada dia mais exigente e com dinheiro no bolso (e sobrando). Semana passada foi material no Jornal Nacional: “em 2013 o Brasil bateu recorde de investimento na popança”.
O que isso significa? O brasileiro já realizou alguns sonhos e agora quer poupar! (mas não necessariamente parar de comprar). A nova Classe Média já comprou o primeiro (e as vezes até o segundo) carro, fez algumas viagens, os filhos já estão na faculdade... e uma realidade é fato, elas não são fiéis aos produtos. E por que isso? A resposta é simples, as marcas não realizam um trabalho de fidelização consistente.
Com dinheiro sobrando, essa é uma oportunidade única de atrair e reter esses novos clientes, para isso, ações de relacionamento são fundamentais. Criar experiências é outro grande diferencial, hoje é mais do que nunca tempo de as marcas enxergarem neste público a chance de construir afinidade e encantamento. O vazio das marcas no coração dos brasileiros é mais comum nos segmentos novos, não se pode mais ver o cliente como um mero comprador, é preciso criar laços, torná-lo de casa e visitá-lo em casa.
O mercado está ai, cheio de oportunidades para conquistar o coração, mente e bolso desse novo target. Sua marca está aproveitando? Reflita!
@coelhofernando

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Market Look com Janaina Sousa

Os profissionais de comunicação e marketing precisam ter como competência fundamental a visão global dos negócios e hoje não é mais possível executar marketing se desligado de um contexto sustentável.
Minha convidada deste MARKET LOOK é Especialista em Assessoria de Comunicação Corporativa e possui expertise em Responsabilidade Social já tendo atuado em empresas como Alumar, Organizações Sociais e hoje atua como Analista de Responsabilidade Social na Companhia Energética do Maranhão.
Aprecie sem moderação nosso bate-papo!!!
Market Look com Janaina Sousa

Blog do Fernando Coelho: Como as marcas encaram a responsabilidade social hoje no Brasil? A meu ver, existe muito amadorismo e pseudos posicionamentos! Qual sua visão sobre a prática da R.S em nosso país?
 Janaina: Se fizermos uma linha do tempo percebemos que não há muito tempo as empresas existiam em função de lucros e resultados.  Mas o mundo mudou e com ele novas necessidades de mercado surgiram.  Aqui se manifesta a responsabilidade social empresarial, como resposta às pressões mais imediatas, oriunda dos empregados, seguida pela sociedade como um todo e pelo Estado.
Hoje, a empresa não se resume mais em resultados apenas. Sem as pessoas e os produtos vindos da natureza, seu sucesso não seria expressivo. E consequentemente seu produto não seria tão bem aceito. Não basta as empresas cumprirem aspectos legais é necessário o “PLUS”,  não significando, somente, realizar ações sociais, distribuir cestas básicas ou mesmo jogar “derrames de dinheiro” em comunidades.  Os compromissos éticos, valores e princípios compartilhados com seus diversos públicos de interesse (stakeholders) e a atuação de forma responsável e transparente, trazem para a empresa um reconhecimento especial, o qual pode se tornar um diferencial competitivo a ser incorporado à estratégia empresarial. Facilmente, encontramos pesquisas que indicam que consumidores do mundo contemporâneo dão preferência de consumo a produtos originários de empresas que tenham algum tipo de trabalho de responsabilidade social identificado em sua comunidade. Grandes empresas de olho nesses aspectos precisaram se reinventar e conhecer a temática. Deixo claro que a empresa não pratica ações socialmente responsável porque ela é “boazinha” e sim porque ela precisa minimizar ou eliminar os impactos que a sua atividade causa. Ganho de imagem e outros benefícios são consequências dessa gestão.
Blog do Fernando Coelho: e existem muitas marcas-vilãs que se dizem sustentáveis?
Janaina: Claro que dentro dessa linha do bem, existem os seus vilões. Muitas empresas se preocupam mais em demonstrar do que ser. Estão dispostas a ganhar essa fatia de mercado através da adoção da imagem ecologicamente correta, mas sem estruturar programas consistentes e reais. Ser sustentável leva tempo, um tempo que nem todas estão dispostas a esperar. No mundo de hoje muitos são sustentáveis sem mostrar efetivos resultados. E claro isso não se sustenta.
Nessa corrida para tentar associar suas marcas a uma imagem socialmente e ambientalmente correta, muitas empresas acabam escorregando. Um exemplo atual foi uma conhecida marca de palha de aço, que fez ampla divulgação na mídia que seu produto “é feito de aço e é muito mais higiênico. Depois que a senhora usa, ele enferruja, vira pó e some” , por essa característica se classificava como um produto 100% ecológico. Como ser 100% ecológico se você tem uma cadeia produtiva em cima desse produto? Ora para produzir aço é preciso extrair o minério e processa-lo em altas temperaturas, o que impacta com energia e matéria prima e sem contar com outros inúmeros fatores na fabricação e distribuição.
Esse é o caso que os americanos chamar de greenwash ou “maquiagem verde”. A empresa usa de artimanhas para iludir o consumidor com uma ideia falsa. Mas graças a Deus, o publico consumidor é muito mais esclarecido, comunidades locais são mais estruturadas e organizadas e cobram das empresas investimentos sociais. Assim, a iniciativa privada toma cada vez mais importância no desenvolvimento social do país.   
Blog do Fernando Coelho: Qual o maior desafio das empresas para ajudar a alcançar um futuro sustentável?
Janaina: Nenhuma empresa se torna sustentável da noite para o dia. É preciso haver uma liderança sensível a essa gestão e principalmente a percepção de que ser sustentável é garantir a continuidade do negócio equilibrando os vários interesses. Hoje as empresas precisam da licença social para operar.  E essa “obrigação” que o mundo contemporâneo nos traz pode e deve ser vantajoso para esse universo privado. Vamos alguns exemplos: utilizar equipamentos eficientes ajuda a economizar energia, a empresa não só contribui com a natureza, mas diminui despesa. Ao oferecer melhores condições e qualidade de vida a seus colaboradores, a empresa ganha em produtividade e assim vai. 
Parece difícil começar ou decidir por onde começar. Nesses casos, sugiro procurar conhecer os indicadores de Responsabilidade Social Empresarial do Instituto Ethos. Os indicadores servem para orientar as empresas em um processo de autoavaliação e planejamento e contempla quesitos com relação a comunidade, meio ambiente, fornecedores, valores/transparência e público interno, entre outros. Uma outra dica é o dialogo com as organizações sociais. Elas são capazes de trazer um novo olhar e direcionar as empresas na melhor forma de conduzir seus investimentos sociais ou enriquecer o processo de iniciação da gestão sustentável. Um parto humano só ocorre em nove meses não importando quantas pessoas você coloque no projeto, assim é esse processo. Leva tempo e é preciso cumprir etapas para que tudo ocorra bem no momento desta criança nascer. O futuro precisa ser criado, não previsto.
Blog do Fernando Coelho: Que fatores devem ser levados em consideração pelos departamentos de marketing das empresas na hora de escolher um projeto social a ser beneficiado?
Janaina: Antes de selecionar projetos sociais, a empresa deverá definir qual sua estratégia com seu investimento social privado. Isso porque os projetos selecionados devem estar casados com sua estratégia de negócio. É factível uma empresa de leite trabalhar projetos de combate a fome ou empresas de fabricação de papel trabalhar projetos ambientais. O Investimento Social Privado, quando realizado de maneira estratégica é capaz de modificar a forma que a sociedade enxerga determinada empresa. E ainda mais, as empresas podem mudar a condição de vida das comunidades com quem atuar.
Minha indicação é: Converse! Focar em dado território e dialogar com demandas e ativos das localidades pode ser o caminho mais seguro. E não esqueça que o planejamento do investimento social é a melhor maneira de atuar. Alguns ingredientes que podem ajudar: visão de futuro, escolher foco de atuação, mensurar resultados, ter atuação estratégica, assegurar a continuidade do projeto, ser provocador de mudança.  
Blog do Fernando Coelho: Em uma frase, qual seu market look? Qual sua visão em relação ao mundo, a vida e ao mercado de marketing e comunicação?
Janaina: Trabalhar com a temática de sustentabilidade é inspiração, é ser capaz de se adaptar rapidamente as mudanças que o processo traz por depender das relações que estabelece todos os dias. Se posicionar como comunicador nesse contexto é bem mais que transmitir informações é transformar realidades, se colocar no lugar do outro e ter a visão de que seu trabalho pode mudar a vida de muita gente. Nisso se reinventar todo dia não é opção é questão de sobrevivência. Martin Luther King define em uma frase simples e celebre: “Eu tenho um sonho”. 
Mini-currículo:
Janaina Sousa é Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pela Universidade Federal do Maranhão e Pós- graduada em Assessoria de Comunicação Corporativa pela Faculdade São Luís. Teve inicio de sua experiência na área de Responsabilidade Social na Alumar, atuando com relacionamento com comunidades do entorno da empresa e no gerenciamento de projetos sociais. Logo após, pôde se aprimorar na área em uma Organização Social voltada pela temática, o Instituto de Cidadania Empresarial do Maranhão como Assessora de Comunicação para Sustentabilidade. Hoje atua na CEMAR, como Analista de Responsabilidade Social contribuindo na formação de uma concessionária de energia sustentável. 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Look Market com Marcio Veiga

 
Para quem estava sentindo falta de nosso look market, meu convidado da vez é um profissional com 14 anos de experiência no mercado! Para ele, ser competente e ser manter atualizado são características vitais para permanecer na propaganda.
Aprecie sem moderação o look market de Marcio Veiga, criativo da Ideia Propaganda.
Look Market com Marcio Veiga
Blog do Fernando Coelho: Márcio, você é designer por formação. Na sua época o curso era denominado de Desenho Industrial, como você chegou até a propaganda?
Márcio: Caí de paraquedas na propaganda e já fui direto pra dentro da área de criação, sem nenhuma experiência, numa época em que alguns processos ainda eram manuais. Eu sempre preferi a programação visual, embora o curso de Desenho Industrial fosse voltado especificamente para projeto de produto. Lá aprendemos a dar soluções para diversos tipos de problemas. Isso me deu ferramentas para o mundo publicitário como um todo, não só o da direção de arte.
Blog do Fernando Coelho: Quais os pontos positivos e negativos da profissão e do nosso mercado hoje?
Márcio: O positivo é que as empresas estão enxergando, cada vez mais, a importância de entregar a sua comunicação para uma agência de publicidade, principalmente agora que vivemos na era digital. Propaganda é coisa séria. E o negativo é que ainda existem soluções caseiras.
Blog do Fernando Coelho: Eu costumo dizer que todo trabalho urgente se torna “porco”. Como você enxerga o trabalho daqueles clientes que sempre solicitam um “anuncio simplesinho para amanhã bem cedinho”?
Márcio: Sempre teremos clientes que vão solicitar trabalhos assim. Isso vai acontecer em qualquer mercado, o que não podemos é deixar virar regra. Cabe a nós justificar a importância de termos tempo para criar e amadurecer uma ideia. Mas, como somos movidos por desafios, um teste assim, de vez em quando, é sempre bem-vindo. Temos que estar preparados para tudo e nessa hora a experiência conta muito.
Blog do Fernando Coelho: O que é indispensável para entrar e se manter neste mercado?
Márcio: Competência e se manter atualizado.
Blog do Fernando Coelho: Em uma frase, qual seu look market? Qual seu olhar sobre o mundo, as pessoas, a vida e o mercado?
Márcio: Até bem pouco tempo atrás, poderíamos mudar o mundo. Quem roubou nossa coragem? Usei esse trecho da música “Quando o sol bater na janela do seu quarto”, de Renato Russo e Dado Villa-Lobos, quando concluí o curso de design e acho que ele ainda representa bem o que penso e o que tento fazer.
Márcio Veiga é Graduado em Design e Pós-graduado em Design Gráfico pela Universidade Federal do Maranhão. Tem mais de 14 anos de atuação no mercado publicitário maranhense. É Diretor de arte da Ideia Propaganda e Diretor da Casulo Cursos.