Mostrando postagens com marcador marcas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador marcas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Storytelling e o Marketing – uma história linda de amor.

Um estudo divulgado no Evento SXSW levantou o que muitos profissionais da área já desconfiavam: as pessoas não acreditam em publicidade e 76% delas a considera chata.
Qual a solução?  É preciso perceber os sentimentos e comportamento dos consumidores. As marcas e profissionais de publicidade e marketing devem compreender que a relação do consumidor com a mídia e conteúdo mudou – o consumidor ao mesmo tempo em que consome, também produz – eles são prosumers.
Funciona mais ou menos assim: você está lendo este artigo agora e tem a possibilidade de compartilhá-lo na sua rede ou ainda, emitir sua opinião. Quando você assiste á uma novela ou filme, a lógica é igual, você acessa seu Twitter e começa a tornar aquele conteúdo social, compartilhando suas emoções e opinião sobre os personagens, o que estes devem fazer, etc.
Hoje, mais do que qualquer outra época, a audiência pode assistir e interagir; nossos clientes são hiperconectados e querem conversar com a marca e com todos em sua rede.
Marcelo Chamusca diz que a nova conjugação social é: “eu, tu, nós e nós todos”. E como o marketing deve agir?
A solução são as story’s ou storytelling.
Sotrytelling é a habilidade de contar histórias por meio de imagens, áudios e desenhos, com um conteúdo atraente e que seja fácil e instigante para  compartilhar. Através de uma história que pode ser contada em livros, filme, HQ, intervenções urbanas, a marca insere seu logo e produtos de forma sútil e coerente com os cenários. Por ser uma história, há maior possibilidades da audiência se interessar e neste momento não apenas compartilhar o conteúdo, como também interagir e opinar. E ai, o que acontece? Sua marca está lá no meio, impactando todos que terão contato com aquela narrativa.
O que a marca ganha?
Histórias possuem a capacidade de maior assimilação – quando sua marca é parte (ou personagem) da narrativa, ela também será lembrada pelo público. Além disso, as histórias tem capacidade de humanização e criam proximidade, elas são capazes de associar-se a valores e promover produtos e serviços de forma leve ao mesmo tempo em que viraliza.
Pense Nisso! Conte uma boa história hoje!
@coelhofernando

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

De onde surge a inovação?

Quando se fala da necessidade de inovar estamos ponderando sobre a necessidade de criar diferencial competitivo para a marca, seja por meio de um novo produto ou melhoria dele, ou ainda incremento de um serviço.
Mas o que muita gente não se atenta é que para inovar não é necessário grandes transformações, as vezes uma simples atitude pode trazer grandes resultados. Compartilho aqui uma pequena história contada pelo Prof. Menegatti em uma de suas palestras:
Certa empresa de pneus estava percebendo que seu principal produto estava perdendo participação de mercado e por isso o presidente convocou uma reunião com seus executivos e disse: temos que baixar os custos, sem perder a qualidade do produto.
Várias ideias foram dadas, mas as alternativas eram óbvias demais. Até que um faxineiro da empresa disse: o produto precisa ter embalagem? Os executivos zombaram da audácia do servente. Mas o presidente disse: Pode ser, por que não? A partir daí os pneus que até o Século 20 vinham embalados, começaram a ser expostos nas lojas sem embalagem e com a marca e outras informações impressas na borracha.
A ideia para a próxima inovação que sua empresa lançará, muitas vezes não virá de um diretor, ou alto executivo, mas virá, quem sabe, de uma pessoa que anda pelos departamentos, que conhece todos os setores e que serve um simples cafezinho.
A grande reflexão que quero deixar aqui é quanto a necessidade de olharmos para fora da caixa e as vezes olhar fora da caixa significa olhar para fora do nosso processo ou empresa. A inovação está na sensibilidade de perceber novas perspectivas (novos olhares).
@coelhofernando
Publicitário e Professor Universitário, Especialista em Administração Estratégica e MBA em Marketing. Formação Complementar em Didática Universitária, Coaching e Marketing.

terça-feira, 15 de julho de 2014

As empresas estão nuas!

As empresas estão nuas – essa é uma afirmação mais que verdadeira no mercado atual, onde os consumidores com seus super poderes digitais estão agindo como raio-x das marcas que consomem.
Hoje, graças à hiperconexão dos consumidores (também conhecidos como prosumers) as marcas estão “reféns” a cada passo que dão - os clientes estão mais participativos e ditam o que querem e principalmente como desejam ser tratados.
Costumo dizer que as marcas que aproveitam esse poder do consumidor, conseguem economizar um pouquinho mais em consultorias de marketing, haja vista que o próprio cliente passa a prestar essa consultoria. O movimento atual permite as organizações que por meio das mídias sociais digitais, por exemplo, monitorem o que é dito de positivo ou negativo a cerca de suas marcas, e assim, trabalhem para melhorar seus processos.
Como funciona?
Os clientes sentem-se livres e sem nenhum pudor, não apenas para cobrar maior eficiência das marcas, mas também para sugerir, elogiar e compartilhar suas experiências – e é ai que as marcas ganham (ou perdem).
Segundo o diretor da Ipsos Media, Diego Oliveira, essa realidade permite que o consumidor tenha cada vez mais influência nas tomadas de decisões e que as empresas precisam compreender a área de gestão de relacionamento com o cliente de forma estratégica, funcionando como um ponto de partida para as demais ações.
O ideal neste cenário é que toda organização acompanhe e se relacione com seus clientes, criando laços que permitam um dialogo aberto. De nada adianta trabalhar um composto de marketing perfeito com produtos, canais de distribuição e ações promocionais, se o atendimento não for ideal, por exemplo. É neste ponto que os clientes possuem um papel relevante de colaboração, permitindo as marcas que usem suas verbalizações para aprimorar o seu serviço.
Se você é gestor de marca, fica aqui uma dica: acompanhe seus clientes, relacione-se com eles e permita que haja o engajamento eficiente. Este é o ponto de sucesso! Aproveite o poder dos consumidores ao seu favor.
@coelhofernando
Publicitário e Professor Universitário, Especialista em Administração Estratégica, Pós-Graduando MBA em Marketing.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Crie significado para sua marca, o que importa no mercado é a emoção.

Vivemos na sociedade dos excessos! Alguém duvida?
Somos bombardeados por informações que, na maior parte das vezes, não conseguimos absorver nem 10% daquilo que consumimos: matéria em jornais, rádio, musicas, propagandas, paisagens, e-mails, conversas, aulas, leituras, ufa! Muita coisa!
No livro “ANSIEDADE: Como enfrentar o mal do século”, do autor Augusto Cury, ele sinaliza que somos cobrados, pressionados, nos tornamos reféns da nossa mente. E continua: “[...] essa situação alterou algo que deveria ser inviolável - o ritmo de construção de pensamentos -, gerando consequências seriíssimas para a saúde emocional, o prazer de viver, a inteligência, a criatividade. Pensar é bom, pensar com consciência crítica é melhor ainda, mas pensar excessivamente é uma bomba contra a qualidade de vida e um intelecto criativo e produtivo.”
Contudo, o fato que quero destacar e refletir é quanto à criação de significados para as marcas diante do excesso de informações. Faço algumas perguntas:
·         Em meio a este excesso de informação, você está fazendo mais do mesmo?
·         Sua marca está lutando ferozmente para se destacar do seu concorrente?
·         A cada semestre sua marca lança um novo produto ou serviço?
Se sua respota foi sim para as perguntas acima, cuidado! Os consumidores não querem mais produtos, eles querem experiência, utilidade e tempo.
E O QUE REALMENTE IMPORTA PARA AS MARCAS E PESSOAS?
Corroboro aqui alguns pensamentos do Livro Paixão e Significado da Marca que estou terminando de ler, do Especialista em Branding, Arthur Bender:
1.    Num mercado em que todo mundo ficou meio igual, a marca e sua percepção de valor é que diferenciam as organizações;
2.    Esqueça os produtos, tudo vai virar serviço, pura experiência sensorial;
3.    Quanto mais complexa a sociedade, mais as pessoas estão dando valor à simplicidade;
4.    Tornem as marcas relevantes na vida de seus públicos, simplifiquem seus produtos e serviços;
5.    Os clientes estão buscando atenção, confiança, afeto e respeito;
6.    Use todas as estatísticas, mas não abra mão da intuição. O caminho mais curto para chegar às pessoas é o da emoção.
Por fim, faço uma última reflexão: você prefere ter um cliente ou um fã (amigo)? As melhores empresas, aquleas que possuem grande significado, elas não têm consumidores, têm fãs e adoradores. Pense nisso!
@coelhofernando
Publicitário, Especialista em Administração Estratégica certificado pela Universidade Estácio de Sá – RJ, Pós-Graduando MBA em Marketing pela Faculdade Laboro – Professor Universitário.