sexta-feira, 13 de julho de 2012

Brief da semana!


Brief da semana!

Quem muda de casa
Quem mudou de casa essa semana foi o Planner Lui Brito, que após passagem pela AG.10 Propaganda assume nova função no Grupo Phocus!

#coisasdehomem
O Shopping da ilha numa excelente sacada desenvolveu uma série de posts para as redes sociais em homenagem ao dia do homem. Quebrando paradigmas o marketing do shopping retratou situações do cotidiano da macharada e o resultado foi show! Parabéns moçada.

CDL lança a primeira edição do Liquida São Luís
Quem passou essa semana por São Luis foi o jornalista Paulo Henrique Amorim que participou do Lançamento oficial da campanha de vendas Liquida São Luis.
A Liquida São Luís será realizada no período considerado pelos lojistas de retração nas vendas e é justamente nesta fase que a campanha chegará para aquecer as vendas e também para estimular os consumidores a sair da inadimplência. A campanha foi criada pela Bahia Comunicação, de Salvador.

VCR na Revista Jovem Empreendedores 
A Associação de Jovens Empresários do Maranhão (AJE/MA) lançou quinta-feira retrasada, a Revista Jovem Empreendedor. A publicação trouxe informações sobre o mercado maranhense e cases de sucesso de empresários locais, além de informações sobre os eventos promovidos pela associação.  E nesta primeira edição, a VCR marcou presença assinando anúncios para produtos da AJE/MA.

Campanha Educare: o momento fofo do dia via Ideia Propaganda
Nada melhor que começar a semana com a fofura que é a nova campanha da Educare, desenvolvida pela Ideia Propaganda. A escola é especializada na educação de crianças entre 0 e 4 anos e uma delas se tornou a personagem das peças. A campanha está no ar desde a semana passada e o resultado ficou bem legal.

Ideia e Lua Nova: parceria se constrói
Julho chegou cheio de trabalho e perspectivas de sucesso! Agora, Ideia Propaganda e Grupo Lua Nova trabalham juntos e essa parceria já começou com tudo.
No último fim de semana, foi produzida a primeira campanha do novo cliente, estrelada pela atriz e apresentadora Amanda Françozo (a apresentadora veio á São Luis para participar do São João Record News), que se encantou com Maranhão. 

@coelhofernando

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Planejamento de comunicação e inovação


Planejar estrategicamente significa olhar o negócio e para o negócio de maneira mais intrínseca e focada no ambiente.

Hoje o Brasil encontra-se com a sua segunda geração de planejadores dentro das agencia de comunicação e setores de marketing, o que antes era chamado de Departamento de Pesquisa de Mercado ou ainda Centro de Informações hoje fica a cargo dos famosos Planners.  

O Planejador de Comunicação possui um papel importantíssimo dentro da cadeia criativa haja vista sua dinâmica e responsabilidade frente aos negócios do cliente (ou como próprio cliente), sua função hoje é muito mais ativa e proativa – o que antes era muito mais voltado para o comportamento dos consumidores e as informações utilizadas como matéria prima criativa, hoje já olha para outras áreas do mercado, como por exemplo, as dinâmicas dos negócios, as inovações, co-criação, construção de marcas, oportunidade de novos negócios e por ai vai.

Ousaria dizer que o papel do Planner não vem ganhando importância, já ganhou – e isso é muitas vezes graça aos clientes, sobreduto as multinacionais que estão desejosas por mais inovação (e mais crescimento). 

Qual a importância desse Planner? É ele que fornece subsídios e direcionamento para as ideias, ele é um forte parceiro de todos dentro da agência. Teoricamente uma agência sem Planner consegue caminhar tranquilamente, contudo, segundo Marcello Magalhães , professor da ESPM, é o planejamento que traz para a agência a qualidade e assertividade do produto criativo final, ou seja, o planejamento se utiliza das informações disponíveis do mercado, cliente e consumidores para melhorar a qualidade da criação e mais recentemente para colaborar com o próprio cliente no processo de desenvolvimento dos seus negócios. 

Planejar é olhar, dialogar, filtrar, qualificar e colaborar. Sua marca pode existir sem eles, mas também pode ser muito mais forte com eles.

@coelhofernando

terça-feira, 3 de julho de 2012

E o crowdsourcing, como anda?



Hoje cada vez mais o consumidor quer ter voz ativa na criação de produtos inovadores, e as marcas precisam entender o importante papel que seus clientes possuem nessas novas construções. O crowdsorcing só para recapitular é um modelo de produção que utiliza os conhecimentos coletivos para resolver problemas, criar conteúdo, soluções ou desenvolver novas tecnologias.

Ontem aconteceu o primeiro dia da Conferência de Crowdsourcing 2012  e reuniu grandes empresas que mostraram como estão se engajando com seus consumidores e transformando o retorno deles em resultados. 

O evento coligou empresas como IBM, Nokia, Tecnisa e 3M para falar o que elas estão fazendo e como estão utilizando esses conhecimentos.

Veja algumas ações: 

IBM: Criou o programa Liquid para ajudar a desenvolver aplicativos e software com ajuda tanto de membros da sua comunidade de clientes quanto de pessoas de fora dela. A empresa também dá 100 dólares para cada desenvolvedor investir em um projeto pessoal de um de seus colegas. “A quantia pode ser pequena, mas pode viabilizar projetos como workshops para ensinar novas habilidades”, afirma Irene Greif, diretora do Centro de Social Software da IBM.

Nokia: Para aproximar seus desenvolvedores dos consumidores, lançou dois projetos. O Ideas Project é um site que capta feedback e sugestões de usuários e consumidores da empresa. Já no Invent with Nokia, a empresa faz parceria com consumidores para desenvolver patentes em conjunto. Mais recentemente, a Nokia lançou o Appcampus, que premia participantes que desenvolvem aplicativos para os celulares da marca.

Tecnisa: uma das empresas brasileiras mais conhecidas a usar estratégias de crowdsourcing, a Tecnisa começou, em 2010, um site para colher sugestões de consumidores, o Tecnisa Ideias. Com isso, já aprovaram 30 ideias. A empresa também usa outras plataformas e sites que promovem concursos e competições para estimular o crowdsourcing.

3M: Criou a The Spark, rede social para estimular inovação entre seus sete mil cientistas. Ainda promovem visitas ao que chama de Centro Técnico para Clientes, em que consumidores podem testar produtos da marca e dizer o que acham de cada um. Também enviam produtos para clientes cadastrados em seu Test Dive de Inovação, para que eles testem os lançamentos da empresa e emitam suas opiniões.

As empresas ainda explicaram por que usar estratégias de crowdsourcing. “Nós procuramos projetos sempre que queremos e sabemos que vamos aprender algo novo”, afirma Irene, da IBM. Para Luis Serafim, diretor de marketing corporativo da 3M Brasil, a empresa busca essas ações para descentralizar a inovação e assim produzir resultados de diferentes formas. “Acho fascinante essa relação em que a empresa perde controle da sua marca em prol da inovação”, afirma.

E você? Tem aproveitado os conhecimentos dos seus clientes e parceiros?

@coelhofernando

terça-feira, 26 de junho de 2012

Look Market com Elirdes Rejane


Minha convidada de hoje do Look Market é um dos mais respeitados nomes da criação maranhense, há mais de 10 anos no mercado ela já respondeu pela comunicação de importantes contas publicitárias. O seu trabalho árduo faz com que ela durma todos os dias com a consciência tranquila de que deu o melhor de si. Para ela, de “santo e louco todo publicitário tem um pouco”!

Confira o look de Elirdes Rejane, Diretora de Criação da AG.10 Propaganda, publicitária de formação, professora de coração e criativa de corpo e alma.

Look Market com Elirdes Rejane

Blog do Fernando Coelho: Saiu por estes dias no Mundo do Marketing – “hoje, o consumidor busca entretenimento, aliado com opções de alimentação e serviços cada vez mais especializados em Shopping Center”. A AG.10 atende um nome de peso no segmento local. Qual o papel da criação na hora de representar e potencializar as forças do cliente (anunciante) junto ao público?

Elirdes: Sempre digo que, o que move a criação é a informação, essa é a matéria-prima para a realização de qualquer trabalho criativo, então quando temos informação, fica bem mais fácil potencializar os pontos fortes de um cliente. Recentemente propomos para o shopping a adoção do slogan “Venha se surpreender”, justamente porque a criação se apropriou de uma força percebida pelos próprios clientes e lojistas. A partir de pesquisas de observação, percebemos que as pessoas que visitam o shopping pela primeira vez se dizem surpresas com a estrutura, o tamanho, a variedade, os serviços, a praça de alimentação, enfim... com todas essas facilidades que o segmento reúne. Aliás, a Meio&Mensagem, acho que foi em abril ou maio, publicou uma matéria que falava que estes segmentos (alimentação, serviço, lazer e entretenimento) foram responsáveis pelo crescimento de quase 10% das vendas dos shoppings centers no último bimestre, segundo Abrasce, o que ratifica a importância de potencializar esses diferenciais na comunicação e reforça o quanto é importante a informação e a habilidade de apresentá-la de forma criativa, numa linguagem mais clara, direta e objetiva. 

Blog do Fernando Coelho: Vocês atendem uma concessionária que é referencia no mercado local, na hora de publicitar, todos do segmento estão praticamente no mesmo horário (nobre, por exemplo). Como a criação consegue diferenciar a marca, ainda mais se tratando de varejo?

Elirdes: Concessionária é realmente um segmento bem complicado, porque as fábricas de automóveis investem na construção de imagem da marca e dos produtos, e cabe à revenda fazer “o serviço sujo” (brincadeira), o varejo. Então, temos que comunicar condições, prazos e outras facilidades de pagamento, de forma criativa e com prazos super apertados... ou seja, fazer milagre! Mas, eu sempre digo que de “santo e louco todo publicitário tem um pouco”, aí a gente consegue. Pra esse cliente a gente desenvolveu uma linguagem própria, com elementos textuais e visuais que fortalecem sua imagem e identificam a sua comunicação, assim a gente já consegue alguma diferenciação usando uma linguagem conceitual mesmo para campanhas de varejo. Existem outras concessionárias que também conseguiram criar essa identidade e eu acho isso muito bom, porque a gente assiste e percebe de quem é o filme antes mesmo da assinatura, é claro que ainda existe muita “gritaria”, mas o mercado está evoluindo. No caso do nosso cliente, nós temos um dos melhores desempenhos do país, nosso share (no mercado local) é maior do que o share da marca no Brasil, então acho que estamos fazendo um bom trabalho, junto com o marketing da empresa, não é à toa que estamos com eles há 10 anos. 

Blog do Fernando Coelho: Lembro-me de uma frase sua, no primeiro período de faculdade: “o menos é mais”. Sandro Magaldi diz que uma das maiores ambições  que um executivo pode ter é pautar suas ações pela simplicidade. Como convencer clientes de varejo a seguir esse conceito?

Elirdes: Na verdade o cliente quer que a agência entenda que menos é mais. Ele quer que a agência gaste “menos” pra fazer “mais” (risos), e tem que ser assim mesmo. A agência precisa sim maximizar a verba do cliente, mas pra isso a gente precisa ter liberdade de maximizar também o nosso potencial criativo. Uma vez eu estava numa reunião com um cliente de varejo do segmento de sapato e nós estávamos vendo alguns vídeos que ele fazia fora daqui (vulcão explodindo, planeta caindo na terra, carimbo na tela etc...), aí eu tirei o áudio da TV e a gente ficou só vendo as imagens e ele disse: “o que houve, que silêncio é esse?” e eu respondi, viu só, às vezes o silêncio pode chamar mais atenção do que todos esses efeitos sonoros. Enfim, é difícil. Às vezes a gente consegue, às vezes não, o importante é não desistir do mercado, porque se nós desistirmos não vamos poder reclamar amanhã, porque não fomos capazes de fazer a nossa parte. Durmo todos os dias com a consciência tranquila de que dei o meu melhor.

Blog do Fernando Coelho: Coerência e feedback das marcas é fundamental. O que você achou do posicionamento da gerente de marketing do Mc Donald’s canadense que elaborou um vídeo sobre cuidado estético com o produto que será fotografado em comparação com os vendidos na loja?

Elirdes: Sempre digo que consumidores não compram produtos compram expectativas de benefícios e nós somos os responsáveis por apresentar este benefício para o mercado, portanto, quanto mais verdadeiro ele for, menor é a possibilidade de desapontamento. Rousseau, pensador francês, disse: “a verdade não reside primeiro no pensamento, mas no sentimento, na intuição imediata, no coração.”, inspirado nisso Stalimir Vieira escreveu o livro “O que o coração não sente os olhos não veem”, um livro que não é sobre marca, mas sobre reflexões éticas na propaganda e no marketing, nele Stalimir afirma que o consumidor mais cedo ou mais tarde percebe os verdadeiros valores/atributos de um produto, e eu concordo. Uma outra frase que adoro usar é “a melhor forma de acabar com um produto ruim, é fazendo boa propaganda” (essa é minha), porque assim muitas pessoas vão experimentar, vão constatar que o produto não atende a expectativa prometida e teremos diversos multiplicadores falando mal do produto/serviço, além disso, essa atitude compromete a credibilidade da atividade publicitária. Acredito que, para a criação, o argumento verdadeiro ajuda na construção de um discurso publicitário mais eficaz, isso é mais honesto com todos. 

Blog do Fernando Coelho: Em uma frase – qual seu look market? Qual seu olhar do mundo, da vida e do mercado

Elirdes: Tente, ouse, faça. O máximo que vai acontecer é nada e nada é o que já está acontecendo.
(é meio confuso, mas eu entendo e tento me motivar, motivar meus alunos e quem está ao meu redor.)

Mini-currículo

Publicitária de formação, professora de coração e criativa de corpo e alma. Graduada em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda (1ª turma do Maranhão); Pós graduada em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas; Pós graduada em Docência do Ensino Superior pela Fundação Getúlio Vargas; Diretora de Criação da AG10 Propaganda há 11 anos; Professora Universitária há 7 anos.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

As pessoas acreditam no marketing verde?


O conceito de marketing verde ou marketing sustentável ajuda consideravelmente a positivar a imagem de uma marca, contudo se realizado de maneira exagerada pode levar a ação a descrença.

Segundo um levantamento realizado no Brasil e em outras partes do mundo 80% das pessoas desconfiam que as empresas cumpram as ações de responsabilidade socioambiental que divulgam em suas propagandas.

E por que isso acontece? A resposta é simples e quem nos dá é Giles Gibbons, CEO da Good Business. Antes de comunicar, faça! Gilles em entrevista a Revista Exame colocou que se uma empresa deseja mudar o mundo, ela deve fazer isso através dos negócios. 

O que o executivo quer dizer é que as empresas possuem o poder de gerar transformações sociais através das suas atitudes e da maneira como se comunicam, na entrevista ele nos fornece um exemplo bem simples: Se você quer evitar que um adolescente não fume, é mais fácil convencê-lo através de uma propaganda da Nike, do que por uma ONG ou pelo Ministério da Saúde dizendo “Ei, não fume”.

As marcas e gestores de marketing devem utilizar a responsabilidade socioambiental como estratégia de negócio, a regra é simples – antes de comunicar, faça! Não precisamos dizer que somos verde, nossa atitude verde já basta. 

A comunicação deve ser reflexo de um negócio pautado em ATITUDES RESPONSÁVEIS, a marca deve primeiro atender a necessidade do seu consumidor oferecendo produtos que ajudem o mundo.

A preocupação com o mundo deve ser vista e não apenas vendida.

@coelhofernando

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Brief da semana



Dia do Mídia

Dia 21 foi dia do profissional de mídia e agências e veículos homenagearam esses profissionais – segundo a Phocus eles são os responsáveis por conseguir cortesias, ingressos e convites. Parabéns pra gente! Show!

10 merecido

Parabéns aos novos Graduados em Publicidade e Propaganda da Terra de Gonçalves Dias –Janjão Medeiros, Eduardo Martins, Lucas Ribeiro e Dermeson Meireles que apresentaram seu TCC no ultimo dia 20/06 com aprovação máxima.

A equipe criou uma campanha para Gráfica Guará tendo como foco a publicitação do novo serviço do fornecedor – impressão de livro sobre demanda. O conceito principal da campanha foi “conte sua história, a gente quer ouvir e imprimir” toda comunicação visual foi composta por uma plástica irreverente, brasileiríssima e gostosa de ver e ler.

Parabéns! O histórico de vocês não poderia esperar por resultados contrários! Muito Show!

1 ano de GUARÁ

Diferente por natureza, com este posicionamento a TV Guará completa 12 meses de funcionamento, transformação e movimentação no mercado televisivo regional. Formado por uma equipe jovem e talentosa, em 1 ano de funcionamento a empresa mostra para que veio e a cada dia inova em conteúdo e programação.

Vale lembrar que a emissora será a 1º do estado a transmitir para todo Brasil e mais 48 países o São João do Maranhão! Como diz o diretor geral da casa, isso merecer WOW!

Vaga para estágio

A Propaganderia está com vaga aberta para estágio na área de D.A. Os interessados devem enviar currículo e portfólio para criacao@propaganderia.net

A agência é responsável pela comunicação de clientes importantes como Academia da Lagoa, K2 Engenharia, PB Kids, Monumental Shopping e outros.

@coelhofernando

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Uso de mídias sociais nas empresas

 

Sempre digo: não existe mais diferença em relacionamentos on e off, ambos são importantíssimos e um serve de apoio ao outro. Alguém hoje tem duvidas do poder das redes sociais? 

Você é o que você sabe versus quem você conhece, uma das ferramentas que, se usada corretamente, acelera este conceito são as ferramentas de mídias sociais, como por exemplo, as plataformas Facebook e Linkedin. A empresa que não permite o uso consciente (e competente) destas ferramentas deveria repensar sua decisão. 

Uma pesquisa realizada pelo Altimer Group e Wetpaint para a revista Business Week com as 100 organizações mais valiosas ao redor do mundo mostraram que os empreendimentos que utilizam e investem em mídias sociais apresentam melhores resultados e receitas finais mais recheadas que as demais. 

Dando um exemplo bem claro: numa concessionária de veículos novos, um vendedor de usa as mídias sociais de maneira competente pode realizar prospectos on-line, compartilhamento de ofertas e conteúdos relevantes do segmento, gerenciar sua imagem digitalmente e aparecer, afinal de contas, quem não é visto não é lembrado.

Segundo o mesmo estudo, as empresas que investiram em mídias sociais cresceram em média 18% em um ano, já aquelas que investiram pouco nas redes tiveram queda de 6% em suas receitas no mesmo período.

As redes sociais quando utilizadas competentemente por um colaborador agiliza significativamente os processos de negócios, eu mesmo as utilizo para manter contato com colegas de mercado, fornecedores, veículos e parceiros, participando inclusive de grupos de melhorias mercadológicas da região (a exemplo do Brainstorm-MA do Publicitário Janjão Medeiros). 

Luis Fuzarro, Especialista em tecnologia da Informação, afirma que a liberação das mídias sociais nas organizações melhora o conhecimento coletivo e é essencial para criar potencial e diferencial competitivo. 

Não existe mais duvidas de que está ferramenta promove a expansão da marca (pessoal oU jurídica) no mercado, melhora relacionamento com os stakeholders e reduz custos.

E ai, sua empresa já está na rede?

@coelhofernando